Nove activistas foram capacitados em matéria de busca activa

Na Cidade de Maputo, cerca de 25 a 30% de casos presuntivos de tuberculose (TB) abandonam o diagnóstico ou o tratamento. Estas situações alimentam a propagação da doença ao nível das comunidades e também garantem o surgimento da TB resistente ao tratamento.
Para fazer face a este problema, a associação Kenguelekezé, em parceria com o Projecto APOPO da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), vai implementar um programa de saúde comunitária, fazendo buscas de casos que abandonam o diagnóstico e o tratamento. Para o efeito, uma equipa de 9 activistas comunitários, liderados por uma enfermeira de saúde pública, foram capacitados, durante 5 dias, entre os dias 5 a 9 de junho de 2017, no manejo destes casos. Os facilitadores da capacitação foram especialistas em TB/HIV, a saber o Dr. Emílio Valverde, do projecto APOPO da UEM, e o Dr. Joaquim Manhique, da Kenguelekezé.